A tradutora entre o negócio e a tecnologia

A pessoa de IT que a sua empresa não tem — nem precisa de contratar.

Sistemas operacionais digitais à medida — diagnóstico, implementação e o fim dos Excel dispersos.

Reconhece alguma destas frases?

São as frases que mais ouço quando uma PME me contacta pela primeira vez. Se alguma lhe soa familiar, está em boa companhia: é o estado normal de uma empresa que cresceu mais depressa do que os sistemas que a suportam.

«Temos tudo em Excel.»

Cada pessoa tem a sua folha, ninguém sabe o estado real dos projetos, e a informação vive espalhada por email, Drive e WhatsApp.

«Já experimentámos várias ferramentas.»

E ninguém as usou. A causa é conhecida: a ferramenta foi escolhida antes de o processo estar claro, e ninguém ficou responsável por a manter.

«Estamos a crescer, mas a organização não acompanha.»

Mais clientes e mais encomendas trazem mais erros, mais retrabalho — e um dia inteiro passado a apagar fogos.

«Recebemos uma proposta de um ERP, mas...»

Números de 5 dígitos, prazos de 12 meses e um discurso comercial difícil de avaliar. Antes de assinar, vale a pena ter alguém do seu lado a ler a proposta.

Reconheceu-se em duas ou mais? Uma chamada de 15 minutos chega para medir o tamanho do problema — e perceber o primeiro passo para o resolver.

O que faço, na prática

Diagnóstico antes de qualquer proposta

Passo uma a duas semanas a perceber como a empresa trabalha de facto — não como está escrito que trabalha. Entrego um mapa simples: o que existe, o que falta, e quanto custa por mês continuar assim.

Tradução de propostas e fornecedores

Quando recebe uma proposta de software, leio-a consigo, traduzo o tecniquês e faço as perguntas difíceis ao fornecedor — para que compre o que precisa, não o que lhe querem vender.

Sistemas à medida, sobre o que já usa

Ligo as ferramentas que já tem (Moloni, Google Workspace, Drive) e construo em low-code — ferramentas que permitem criar sistemas sem programar de raiz — um painel onde vê o estado de cada projeto e quem está a fazer o quê.

Implementação por fases, com resultados visíveis

Nada de projetos de 18 meses. Melhorias pequenas e mensuráveis, com a primeira entrega visível em poucas semanas — frequentemente paga por si própria na limpeza de subscrições e ferramentas que a empresa paga sem usar.

Manutenção e proteção contínuas

Um sistema sem dono volta ao Excel em três meses. Fico depois da entrega: dúvidas da equipa, backups reais, acessos em ordem e um plano escrito para quando algo falha.

Business woman thinking.

Sou, na prática, o departamento de IT que a sua empresa não tem — nem quer ter — internamente. Com 20 anos de engenharia informática por trás, e sem interesse em vender software de ninguém.

O que me diferencia

Porquê uma Diretora Técnica Externa?

As PME que já saíram do arranque vivem num intervalo desconfortável: demasiado estruturadas para justificar um ERP e uma equipa de IT, demasiado crescidas para continuar a viver em Excel. É esse o espaço que ocupo — do seu lado da mesa, sem comissões de nenhum fornecedor.

Independência total de fornecedores

Recomendo o que serve o negócio, incluindo «não comprem nada» ou «usem melhor o que já pagam» — como o módulo de compras do Moloni que um cliente pagava havia meses sem usar.

20 anos de engenharia informática

Consultoria e desenvolvimento de software ao serviço das suas decisões tecnológicas — sem pressão comercial e com as perguntas difíceis feitas por quem fala a língua dos fornecedores.

Resultados por fases, em semanas

Nunca projetos «big bang» de 18 meses. Cada fase tem um resultado visível e mensurável antes de se avançar para a seguinte.

Documentação e autonomia

Tudo documentado, contas e acessos sempre em nome da empresa, ferramentas com comunidades grandes. Se um dia quiser trabalhar com outra pessoa, ela pega no que existe.

Certificações e parcerias de confiança

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Quanto custa continuar assim?

Numa chamada de 15 minutos, sem compromisso, percebemos como a sua operação funciona hoje e se faz sentido avançar para um diagnóstico. Sem discurso comercial: se o problema não for para mim, digo-lhe — e digo-lhe também o que faria no seu lugar.